quarta-feira, 29 de julho de 2015

O Sinhozim e seu Escravo - Séc. XIX - Parte 2



Pedro sabia o que fazer, se ajoelhou na frente de Chico e abocanhou seu cacetão com gosto de mijo, chupando e chupando, sem ao menos conseguir chegar ao meio, uma mistura de medo (de alguém ver) e tesão fazia com que Pedro ficasse mas louco ainda. Chico levantou seu senhor, colocou nos braços e levou para dentro da mata, tirou sua camisa, sua calça e colocou no chão dizendo “pro sinhozim ficar mais a vontade” Pedro ajoelhou-se novamente e começou a mamar naquele caralho preto, agora, mas a vontade, outro tipo de medo ele começou a pensar: será que ele agüentaria tudo aquilo?
Com uma atitude inesperada, Chico segurou firme a cintura de Pedro e o virou, deixando-o de quatro, Chico literalmente rargou a calça de Pedro deixando a mostra sua bunda pálida, sua mão agarrou cada lado de suas nádegas e abriu-as, o cuzinho de Pedro piscava de tesão, Chico sabia o porque, mas quis satisfazer mais seu senhor, meteu a língua naquele buraco rosado, tudo em Chico era grande, até mesmo a língua que conseguira penetrar com força dentro do anus de Pedro, este, alucinado pelo tesão que o queimava, urrava de prazer. Lambeu, chupou e deixou bem molhado com saliva, ele precisaria de muita. Chico cuspiu na cabeça rocha de seu pau, uma, duas três vezes, até que deixou ele o mais molhado possível. Colocou a cabeça na porta do rabo de Pedro, pressionando para dentro. Pedro urrava de dor, mas era corajoso e forte, estava disposto a agüentar firme todo aquele pau a lhe penetrar. Nunca se deitara com um homem com um pau tão grande, mas estava disposto a fazer isso. “vosmecê esta me matando!” “tenha calma sinhozim, outros não morreram” E forçava, de vagar, mas forte para dentro de Pedro.
Minutos se passara, quando finalmente Pedro sentiu os bagos de Chico encostar em sua bunda em sinal que ele agüentara tudo! Chico ficou parado uns instantes, esperando o rabico de Pedro se acostumar, até que então, começou a movimentar-se pra frente e pra trás, ele apertava sua bunda branca deixando a marca vermelha da palma da sua mão. A cada fincada dentro de Pedro, Chico sentia uma preguinha se abrindo, o cuzinho de Pedro era macio e apertado, e ele estava comendo com gosto!
Pedro urrava agora de prazer, sentia o pauzão de Chico entrar e sair da sua bunda, sentindo uma dor no pé da barriga, nunca alguém foi tão fundo dentro dele, nunca alguém arrancara tanto prazer dele. A mão grande de Chico ao apertar sua cintura ou, puxando seu cabelo era uma sensação única de gozo, o cheiro do suor daquele negro se mistura com o cheiro de mata e Pedro se sentia como um animal no siu sendo rasgado por um touro, seu cu latejava de dor, mas seu corpo pedia mais e mais, e como se Chico lesse sua mente, metia com mais força!
Chico percebeu que finalmente, o rabo do seu senhor já estava acostumado com seu pau, então tirou de dentro dele, deixando exposto uma loca, com as bordas vermelhas e seu interior negro. Pedro se levantou, e começou a morder os mamilos de seu escravo, então Chico abraçou-o e o levantou pela cintura, Pedro se segurou com as pernas no colo dele, Chico o penetrou, Pedro mordia seu pescoço e chupava seu suor, Chico metia agora sem dó nem piedade nele, como se quisera rasgar sua carne!
Pedro nunca tinha feito daquele jeito, até que enfim, sem tocar, não conseguiu segurar o gozo e exporrou por todo o jeito liso de Chico, que ficou todo melado. Com as pernas fracas, Pedro desceu do corpo negro de Chico, no entanto, Chico não se satisfez completamente, deitou Pedro de costa, levantou suas penas pra cima e meteu de uma única vez naquele rabão aberto, Pedro gritou de dor e Chico gritou de prazer enchendo seu senhor de porra.
Chico ficou por um tempo respirando ofegante por cima do corpo de Pedro e este também espirava cansado. Chico então, de vagar, começou a tirar seu pau já quase mole de dentro dele, seu pau estava com uma pequena mancha vermelha de sangue. “desculpe meu senhor, eu lhe fiz sangrar” “como não faria com um membro desses? Onde aprenderá a ser tão fogoso assim?” “com seu pai meu senhor, quase toda noite ele me procura!”

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