quarta-feira, 29 de julho de 2015

Aventuras no Lupanare - Experiência Homo de um Futuro Imperador Romano


Venho lhes contar, uma história interessante sobre um imperador romano que não está nos livros, no entanto, não vou contar-lhes uma historia de quando ele era imperador, nem tão pouco de suas obras, mais sim, de um fato peculiar que lhe aconteceu uma certa vez.

No ano de 78 d.C, sob o Império de Vespasiano, época de estabilidade governamental no império, existia uma cidade chamada Pompéia, famosa não só por ser uma cidade grande e bem desenvolvida, mais também, conhecida pelos seus diversos prostíbulos. Neste mesmo ano, Vespasiano, mandou seu filho mais jovem, Dominiano, a Pompéia para visita de rotina, já que ele, o imperador, estava indisposto e seu irmão estava na Tito estava em campanha em terras distantes. Dominiano, era um jovem de contrastes, seus olhos meigos faziam contraste com seu rosto de expressão firme e sua barba escura cerrada. Ele tinha um corpo de tronco grosso e suas belas pernas bem torneadas faziam qualquer mulher e homem cair aos seus pés. Dominiano, por ser ainda um jovem, tinha a fama de ser um grande boêmio, dormia com várias garotas e se satisfazia com quem quisesse, era normal as  diversas festas de orgias dadas por ele.
Dominiano sempre teve vontade de conhecer Pompéia, sabia ele que esta cidade era cheia de perversão e sexo, suas mulheres eram conhecidas em todo o império, e ele queria experimentar de toda essa fama, assim, aceitou de bom grado a ordem de seu pai em inspecionar a cidade.
Chegando em Pompéia com seus súditos numa noite fria, mesmo sendo verão, ele logo se estalou no mais luxuoso hotel fechado unicamente para atender o filho do imperador. Era tarde, mas logo Dominiano se pos a procurar seu conselheiro e amigo Publius. “Publius, acorde, vamos sair desse lugar monótono, vamos conhecer o famoso Lupanare Grande, venha comigo!” “Agora? Mas acabamos de chegar” “Não seja fraco, vamos, as mulheres estão nos esperando com suas vaginas pegando fogo (risos)” “Você não segura esse seu pênis não é mesmo? Está certo, vamos”.
Não precisaram andar muito até chegar no famoso Lupanare Grande, que de longe já dava para escutar as risadas das pessoas que nele estava. "estou em chamas, estou pegando fogo, corram, corram..." dizia um homem todo vestido de farrapos do outro lado da rua, "acho que ele engolio semem de mais" disse Publius e os dois gargalharam alto. Os dois amigos, logo entraram no recinto, o lugar cheirava mal, era uma mistura de vinho e suor, ao entrar, os barulhos se intensificaram, pois vários homens e mulheres se misturavam no local, e eram muitas pessoas, eles beijavam-se, apertavam seus corpos uns nos outros, alguns nos cantos, faziam sexo, outros, bebiam vinho, enquanto mulheres faziam sexo oral neles. Dos lados, tinham vários pequenos quartos, com cortinas tampando a porta, no entanto, os gemidos altos que saiam de dentro denunciavam que tinha pessoas dentro deles fazendo sexo e nas paredes vários desenhos de pessoas transando. Uma mulher de corpo grande veio os recepcionar: “sejam bem vindo meus senhores, o que desejam? Temos tudo para os satisfazer” “queremos as melhores” disse Publius, a mulher sorrio e os chamou para o andar de cima, enquanto eles subiam as escadas para o andar superior, de relance, Dominiano viu um homem forte, braços como troncos de arvores, coxas grossas, cabelo raspado, barba negra bem fechada, e um corpo peludo e grande, que lembrava os ursos que ele conhecerá nas províncias do norte do império. “venha, o que você esta esperando?” “veja; que ser de aparência peculiar, eu quero ele Publius, eu quero ele” “Como? Nunca se interessou por homens, porque esse interesse agora?” “Não é você que sempre me diz para mudar? Procurar novos caminhos? Novos sabores? Se até tu já experimentou a delicia de outro homem, porque eu não posso?” “Hum... Está certo, seja feita vossa vontade, no entanto, vou me deliciar com a boca de uma tal Mirtes, dizem que ela chupa como ninguém, e depois, quem sabe, procurarei um belo homem (risos)” Dominiano chamou a senhora, e disse que queria aquele homem que sozinho estava naquele aposento, a mulher retrucou: “senhor, ele é conhecido como Sextius, um homem rude e grosso, que poucos desejam, não sabemos se ele esta na altura de lhe saciar” “não importa, eu quero ele” “ como desejar...” A mulher foi conversar com o homem, e logo voltou, “ele esta se mostrando um pouco relutante em atendê-lo, no entanto, se o senhor deseja um desafio, fique a vontade, temos outros rapazes que possa lhe atender melhor que este” “senhora, estou acostumado a desafios, eu quero ele e fim de conversa”.
Dominiano foi no quarto e entrou, Sextius estava sentado nu na cama, a luz do luar era a única coisa que iluminava o local, Dominiano mandou ele ficar de pé, e Sextius obedeceu e se pos de pé, o jovem observou todo o corpo daquele homem banhado pela luz do luar, reparando em cada curva, em cada veia, em cada cicatriz exposta, e no principal, o membro do homem. “Diga-me, nunca deitar-te como outro homem?” Sextius nada disse, permanecendo de cabeça baixa, “Eu nunca me deitei, e escolhi a ti com a impressão, por ser mais velho que eu, que saiba me conduzir” Sextius levantou a cabeça, olhou fixamente nos olhos de Dominiano e falou com uma voz impressionantemente grave “Nada sei que possa te satisfazer” Dominiano sorrio ficando de frente para Sextius, seus narizes quase tocando, e disse: “então vejo que descobriremos juntos” dizendo isso começou a chupar o pescoço do homem e a segurar seu pênis, Sextius o empurrou no mesmo momento, Dominiano atacou novamente, apertava e segurava os braços do homem que tentava se desencilhar, mas Dominiano aplicou um golpe, segurando seus braços por trás do corpo de Sextius, mesmo o outro sendo forte, ficou totalmente imóvel, rindo e ofegando disse o jovem: “não queira lutar comigo, posso parecer menor que ti, mais sei golpes que te impossibilitaria de mover um músculo se quer, então, acalma-te e aproveite o momento, sacia-te do meu corpo, como irei saciar do teu, os dois saem ganhando” Sextius no mesmo momento parou de se mexer. Dominiano sorrio, e começou a passar sua barba por trás do pescoço de Sextius, sem largá-lo, seu pênis já havia ficado rígido, e ele o esfregava nas nádegas perfeitamente redondas e grandes de Sextius. Dominiano soltou o braço dele e o empurrou para cima da cama de palha, este caiu de bunda pra cima, o jovem então, começou a lamber e a morder as nádegas de Sextius, colocando a língua totalmente dentro do anus dele, a pele de Sextius se arrepiava e ele apertava os lençóis de sua cama abafando gemidos de prazer. Dominiano virou o corpo de Sextius e começou a chupar seu membro viril que já estava duro, este era razoavelmente pequeno mais era grosso, muito grosso, tanto que Dominano tinha que abrir totalmente a boca para que pudesse o abocanhar totalmente. Sextius agora, urrava de prazer, ele pegou a cabeça de Dominiano e o apertava pra engolir totalmente seu pênis, “oh meu senhor, como chupas bem...” dizia Sextius. Dominiano estava adorando chupar outro homem, no entanto, também queria, logo se pos de pé, na frente do outro e ordenou “agora quero eu, ande, mame em mim como um carneiro numa teta” Sextius, começou a lamber o pé da barriga de Dominiano, esfregando sua barba por toda belo pubiano do jovem, passando a língua em seu escroto, e mordendo aos redores do pênis, Dominiano disse gemendo: “não faças suspense, chupe-me ou vou me por a gozar rápido” Sextius abocanhou todo seu membro que estava duro como pedra, mais fino que o dele, no entanto, maior, ele teve dificuldade de engolir todo, Dominiano fez o mesmo que ele, apertava sua cabeça fazendo Sextius engolir todo seu pênis, fazendo ânsia de vomito. Alguns minutos após, Dominiano foi ate a uma pequena mesa de madeira, serviu sua taça de vinho, e tomou vários goles grandes, a encheu novamente e ofereceu a Sextius, este bebeu deixando um pouco na taça, jogou no pênis de Dominiano e disse: “A Vênus*” e começou a chupá-lo novamente, dessa vez mais forte e intenso, sem medo de engolir todo o pênis dele, sua barba roçava no pelo pubiano do jovem, o que dava um prazer imenso, Sextius então parou,  masturbou rapidamente, cuspiu e deixou o pênis de Dominiano mais molhado e lubrificado, e ficou de quatro com a bunda virada para Dominiano, pronto para recepcionar seu membro. Este por sua vez, abriu as grandes nádegas de Sextius, cuspiu e enfiou um dedo dentro do anus de Sextius, que já gemia de dor, logo, colocou dois dedos para abrir espaço para o que estava por vim, por fim, colocou três dedos, Sextius já não mais gemia de dor, ele urrava de prazer, Dominianos então, segurando as suas nádegas de Sextius, colocando estrategicamente a cabeça de seu pênis no anus (já levemente aberto) de Sextius, começando a introduzi-lo de vagar, centímetro por centímetro em seu anus, que ia engolindo todo membro do jovem, que junto com o outro já gemia de prazer, “Por Venus*, isto é a melhor coisa que já senti”, dizia Dominiano, enquanto empurrava seu pênis até chegar ao fim. Logo, ele começou a movimentar seu corpo, seus movimentos começou de vagar, mais logo, começou a investir com força. As peles se arrepiavam, os gemidos aumentavam, arranhões eram feitos nas costas de Sextius, e este, urrava de prazer, o saco do escroto de Dominiano batia forte na bunda dele, pois o jovem metia no homem sem dó nem piedade. A cada investida, eles urravam de prazer, Dominiano apertava as ancas do homem e puxava seu corpo contra o dele, seus rostos se deformavam em força e sorrisos de prazer daquele sexo selvagem que estavam fazendo.
Dominiano sai de trás de Sextius, e abocanhou o seu pênis, que ainda permanecia duro, pois ele não parara de se masturbar, Sextius gemia deitado na cama, até que Dominiano, cuspiu no pênis do outro, e como as mulheres que diversas vezes ele transará, sentou em cima do pênis de Sextius, de uma única vez, a dor se espalhou por todo o corpo do jovem, ele segurava e puxava os pelos do peitos de Sextius, Sextius por sua vez, levantou o corpo de Dominiano e começou por baixo as investidas no jovem, empurrando o corpo do outro contra seu corpo, com investidas fortes, mais pausas. Dominiano logo esquecerá a dor, e puxando os pelos de Sextius disse: “vamos servo, me fodi com força, satisfaça o anus de vosso senhor”, Sextius obedeceu a começou a por mais força em suas investidas. Sem se masturbar, Dominiano começou a gritar alto, jorrando semem por todo o peito peludo de Sextius. Dominiano então levantou-se e cai exausto do lado de Sextius, este, começou a masturbar-se e em menos de 1 minutos, jorrou várias vezes por cima de si mesmo, misturando seu semem com a de Dominiano.
Ofegante os dois ficaram a olhar a lua pela janela, Dominiano, perguntou num tom baixo: “quem és tu?” “sou um guerreiro das províncias do norte, prisioneiro a cerca de 2 semanas, estou aqui, pois fugi, vim para cá pedindo ajuda, e a mulher me deu abrigo, mas eu tinha que me vender como todos os outros, não tive muitos clientes, até hoje, só tinha atendido mulheres, até tu vim a mim... E tu, quem és?” “sou o homem que irá te libertar e levar-te junto a mim, sou filho do Grande Imperador Vespasiano, teu senhor a partir de hoje”

*Vênus: Deusa Romana do Amor

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