quarta-feira, 5 de agosto de 2015

O barriu do navio norueguês na Segunda Guerra Mundial


O calor da costa portuguesa estava derretendo os miolos do jovem Halvor, ele odiava tudo aquilo. Tinha sido obrigado a servir a Marinha Real Norueguesa durante essa maldita Segunda Guerra Mundial e ainda estava a mais de 30 dias em alto mar, sem ver um grão de terra. Ele sabia que seu país estava quase a ser invadido pelos nazistas, e a única coisa que ele pensava era como a mãe e o pai dele estavam, e é claro, sua noiva Kjerstin.
Ele sabia que era tarde, mas mesmo assim decidiu sair para tomar um ar. Na parte externa do navio estava mais fresco, ele sentia saudade do frio norueguês, da neve principalmente, olhou para o além mar e tudo o que ele sentiu era uma terrível vontade de ir embora.
- Sem sono?    Disse uma voz grossa atrás dele
Halvor olhou para trás logo e quando viu outro marinheiro, o Zwi.
- Sim... Esta um calor dos inferno... Disse ele rápido...
- Sabe, sinto muita falta do clima norueguês, alias, sinto saudade de muitas coisas: do frio, da minha casa, do meu cachorro, de uma boa farra e acordar de ressaca...
- Sim, é muita coisa que sinto falta...
- Mas nada me dá mais saudades do que uma boa trepada...
Halvor sorriu sem graça... Ele era virgem...
- Diga, não sente saudades de transar com uma boa vadia?
- É... Sinto...
Halvor estava sem graça com aquele assunto, mas o que mais o assustou foi Zwi, tirar o pau para fora e começar a se masturbar. Aquilo o deixou ainda mais constrangido.
- Vamos amigo, vamos matar nossa carência...
- Ah... É melhor eu ficar na minha...
Disse isso já caminhando para longe dele. Zwi não deixou, segurou no braço dele e disse.
- Com calma meu jovem... Eu não vou obrigar a você fazer nada, mas me faça companhia...
Halvor sentiu seu corpo em chamas, ele não sabia o porque, mas aquele homem apertando seu braço daquela forma fez ele ficar excitado imediatamente.
- Tome, sente aqui nesse barriu...
Halvor sentou e começou a observar Zwi melhor. Ele era um homem mais alto que ele, vestia uma roupa de marinheiro idêntica a dele, tinha olhos azuis elétricos, e uma pequena calvície já a mostra, devia ser mais velho. Mas nada, nada chamava mais atenção que o pau de Zwi: cabeça rosada, um pau branco de uns 17cm e um saco bem grande. Enquanto ele batia, seus ovos mexiam para frente e pra tras, para frente e pra tras, para...
- Gostou do movimento Halvor?
- Ham? O que?
- Já viu um pau maior que esse? Deixa eu ver o seu? Já esta quase rasgando a calça...
- Não...
Zwi se adiantou, sentou no colo de Halvor e começou a beija-lo. Abriu seu zíper e quando viu, o pau dele tinha ficado mole.
- O que foi?
- É que estou nervoso... Eu nunca... Nunca...
- Transou? Com homem?
- Os dois... Disse-lhe sem graça
- Que delicia, um virgem... Deixa que irei fazer com calma...
Zwi levantou-se do colo da Halvor e deu-lhe um beijo e foi mordendo seu pescoço branco, deixando várias marcas vermelhas. Abriu os botões de seu uniforme, enquanto beijava e mordia seu peito sem pelos. Mordeu as montas dos mamilos, o fazendo começar a gemer, mordia e chupava aquele jovem peito, que ficou todo arrepiado. Deixando então um pouco os mamilos dele, foi mordendo indo para baixo, passando pela barriga (Halvor sentiu um pouco de cocegas), abriu o que faltava da calça – e nesse momento seu pau já estava duro como pedra – a mão grande de Zwi abraçou o cacete de Halvor, o fazendo gemer gostoso. Zwi passou a língua pelo saco, molhando até chegar naquela cabeça rosada, deu uma leve mordida e colocou-o completamente dentro da boca. Halvor gemia tão alto que Zwi se sentiu obrigado a tampar a boca dele e mandar-lhe calar a boca para não serem escutados.
Zwi fitou aqueles olhos verdes esbugalhados de Halvor, sabia que jamais ele sentira algo tão gostoso. Sabia que a partir dali, ele poderia arrancar o que quisesse daquele virgenzinho. E Zwi queria algo.
Zwi levantou, pegou a cabeça de Halvor e esfregou sua rola na cara dele. Halvor sem um pingo de pratica, abocanhou sua rola em desespero.
- Cuidado com os dentes menino...
Halvor chupava gostoso enquanto apalpava aquele saco grande e peludo de Zwi, ele já se sentia completamente nas mãos daquele macho, e ele estava gostando de se sentir assim.
Sem saber direito o que estava fazendo, cuspiu na cabeça já roxa de tanto chupar do pau de Zwi, levantou-se , terminou de baixar as calças, se apoiou no pequeno barriu e empinou sua bunda para aquele homem. Zwi sorriu satisfatoriamente, e começou a chupar e lamber o buraquinho apertado de Halvor. Ele mordia e chupava seu cu, enquanto apertava as ancas daquele rapaz. Zwi sabia o que fazer, recolheu em sua boca o máximo de saliva possível, lambuzou o rabo do Halvor, levantou e esfregou a cabeça de seu pau naquele buraco virgem. Forçou e forçou, mas aquele buraco não sedia. Halvor estava louco, queria aquele macho dentro dele tanto, tanto que não viu a hora e disse-lhe:
- Mete em mim, por favor, mete em mim!
Zwi não podia sentir pena dessa putinha, forçou com mais força seu pau para dentro daquele buraco, Halvor já demonstrava não aguentar mais a dor e queria gritar, mas mordia os labos abafando o gemido com tanta força que sentia o gosto do sangue na boca. Zwi forçou tanto, até que... A cabeça entrou... A partir dali, o rabo de Halvor engoliu com mais facilidade aquele cacete. Entrando tudo até o talo.
Foi então que Zwi começou a meter. Primeiro timidamente, depois mais rápido, até chegar no ápice, metendo forte, gostoso, enquanto Halvor mordia os lábios para não gritar em êxtase.
Metia, com força, e nessa força, esporrou. Gozou muito dentro do cu de Halvor. Quando tirou o pau de dentro dele, uma cachoeira de porra escorreu de dentro dele. Halvor estava largo...
Halvor caiu exausto no chão... O pobre barriu estava todo melado. Pela quantidade Zwi sabia que ele devia ter gozado várias vezes...
Quando Zwi foi, calado abotoar, a calça, Halvor disse-lhe
- Espere, deixa-me limpar... Disse isso e limpou, chupando, todo o pau sujo de porra de Zwi... Este vendo o quanto aquele menino era ousado, virou os olhos de prazer. Pronto, agora sim, pode vestir-se.
Zwi se vestiu e Halvor também. Eles se olharam, deram uma risada e foram os dois, satisfeitos, para seus aposentos.