quarta-feira, 29 de julho de 2015

O Sinhozim e seu Escravo - Séc. XIX - Parte 1


Ano de 1846, o jovem Pedro chega ao Brasil novamente, depois de longos anos em Portugal estudando direito, quando chega no porto, foi recebido por seus pais calorosamente, de lá, fora direito para a fazenda da família, que ficava aos redores do Rio de Janeiro, capital do Império.
Pedro era um jovem de 24 anos, branco, cerca de 1,75 de altura, cabelos cacheados e olhos castanhos claros, bem educado, era um pouco gordo devido a boa vida que levava em Lisboa.
- Chico, coloque as malas de Pedro no quarto dele!
Disse o pai de Pedro pra um escravo que deveria ser da idade do jovem. Um homem negro, cerca de 1,90 de altura, braços grossos, olhos negros como a noite, uma mão gigante, que levantou as 4 malas de uma única vez. Essa visão saltou aos olhos de Pedro que imediatamente ficou excitado. Constrangido, tentou esconder, mas o negro Chico passou por ele com um sorriso estranho de canto de boca.
Pedro teve várias aventuras sexuais em Lisboa, na maior parte, com homens, ao qual ele gostava sempre de ser penetrado, no entanto, nunca ficará com um homem negro, e isso naquele momento era o que ele mais desejava.
O dia já estava quase escurecendo, e sua mãe lhe chamou para um belo jantar dedicado a sua chegada, ele se fartou com a comida e no final, foi conversar com seu pai na sala tomando vinho. Conversaram por horas a fio, já estava tarde. Pedro levantou-se e cambaleou meio tonto, seu pai mandou deitar-se e ele foi. Estava quente e Pedro abriu a janela pensando em refrescar-se, quando viu, o tal negro Chico, deitado na rede amarrada na varanda da casa, a alguns metros da sua janela, assim como seu pai gostava que um escravo ficasse sempre perto para o que precisava. Chico estava sem camisa, somente de causa, sua pele morena brilhava a luz do luar, seu corpo era sem pelos e Pedro, Chico exalava um cheiro forte, estranho e gostoso no ar, imediatamente vendo aquilo, ficou louco, tirou seu pênis pra fora e começou a masturba-se. Para seu susto, escuta uma voz grossa dizer: “esta precisando de ajuda para algo meu senhor?” Pedro se escondeu assustado, será que Chico viu ele?
Os dias se passaram, e sempre quando podia, Pedro se masturbava pensando no Chico, pensando como ele deveria ter um membro grande, como seria gostoso ser rasgado por ele. Ela já estava sendo tão atirado, que certa vez, teve certeza que Chico percebeu que ele estava de pau duro vendo ele pegar lenha para fazer o almoço, mas sempre que isso acontecia, Pedro se escondia.
Numa quarta-feira, o pai de Pedro mandou ele ir na cidade buscar o pagamento duma safra de café, imediatamente e já com segunda intenções, Pedro disse: “quem o senhor vai mandar comigo?” “eu não posso ir Pedro, mandarei com você Chico, ele é de confiança” “esta certo” disse Pedro tentando esconder toda a excitação que isso lhe causara.
Na quinta, quando o sol estava nascendo, Pedro e Chico sozinhos já estavam no caminho para o Rio de Janeiro, quando Chico perguntou “senhor Pedro, posso parar?” “ora, para que Chico” (disse isso com o coração saltando-lhe a boca) “preciso mijar meu senhor” “ah... claro Chico, pare.” Chico desceu e foi para trás da carruagem, e Pedro começou a ouvir o forte e grosso som do guincho de mijo batendo ao chão. “o sinhozim não esta com vontade de mijar? A viagem ainda vai demorar” “ahh... É melhor neh...” Pedro ficou do lado de Chico que ainda estava com o pau pra fora mais sem mijar, ele estava de pau duro, e que pau, grande, grosso com grossas veias saltando, parecia um toco preto. “O senhor não vai mijar?” Pedro colocou a mão entre as penas, ele não poderia mijar porque estava de pau duro. Chico ficou de frente pra Pedro tirou a mão dele e abriu sua calça que imediatamente soltou seu pequeno pênis branco duro pra fora. Chico pegou no pau de Pedro, que fez sumir dentro de sua mão gigante. Pedro não acreditava que isso estava acontecendo, Chico começou a chupar e morder seu pescoço, deixando-o vermelho, Pedro começou a gemer de prazer, e começou a apertar o pau grande de Chico e pulsava de tesão.
Continua

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